segunda-feira, novembro 09, 2009

num minuto

um minuto daqui
um minuto verde.
uma janela fechada.
tu aqui ao lado. um abraço quente.
a noite de ontem que não termina, no cheiro quente que se prolonga.
lá fora as folhas rebelam-se na chuva e eu sorrio. uma empatia revolucionária com a natureza.
o boémio apaixonado com cicatrizes em forma de coração é o narrador omnipresente de todas as minhas estórias.

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