quarta-feira, abril 21, 2010

x.

há que fechar uma fase. não há mais tempo para mensagens vazias e repetitivas. são refrões decorados no telemóvel velho.
hoje não vou. talvez amanhã. e deixar sempre, assim, pendente o que há para fazer. não digas que a culpa morre solteira. não desculpes o indesculpável. tenho saudades de ouvir algo novo.
tenho saudades de ouvir o pai dizer que custa. que sou uma criança. que me leva mais ao jardim para brincar com crianças que anseio conhecer.
pai!- claro. encosto a cabeça como ele no vidro e não vejo vivalma. estou aqui fechado numa casa que não é minha, com recordações que não são minhas, e só vejo o pai ao espelho.

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