quarta-feira, dezembro 12, 2012

a arquitectura não morre


Brasilia, 1958
photograph Robson Corrêa de Araújo



...mas fica bem mais pobre.

«Para a Presidente Dilma Rousseff, o Brasil perdeu “um dos seus génios”. “É dia de chorar a sua morte. É dia de saudar a sua vida”, disse num comunicado oficial. “Niemeyer foi um revolucionário, o mentor de uma nova arquitectura, bonita, lógica e, como ele mesmo definia, inventiva", continua o texto, acrescentando que "da sinuosidade da curva, Niemeyer desenhou casas, palácios e cidades".» in Público

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